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Lua de Mel | Amazonas

A Floresta Amazônica foi por muito tempo um destino para estrangeiros. Com exceção de alguns poucos aventureiros, os turistas brasileiros nem cogitavam a ideia de passar alguns dias em meio à mata.
Mas hoje esse cenário mudou bastante, a curiosidade dos brasileiros para esse pedaço do país e suas belezas naturais cresceu. Existem opções de hospedagens de todos os tipos e preços e é possível encontrar passagens aéreas com ótimos valores.
Para os casais mais aventureiros e que gostam de natureza é uma ótima opção em tempos de dólar alto.

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QUANDO IR

A melhor época para curtir igapós, igarapés, cachoeiras e praias fluviais é no mês de agosto. Apesar do calor, a seca ainda está no início e há bastante água nos rios e cachoeiras. Em Ponta Negra, a faixa de areia só aparece entre agosto e janeiro. Durante todo o ano são comuns as pancadas de chuva de pouca duração.

O QUE COMER
Os peixes típicos da região, como o tucunaré, o pirarucu e o tambaqui, são as estrelas dos cardápios em Manaus. Os pratos ficam ainda mais saborosos quando inspirados nas receitas regionais e preparados com ingredientes como tucupi, gengibre, cupuaçu. A capital, porém, oferece restaurantes especializados em cozinhas internacionais. A maioria dos estabelecimentos concentra-se em Ponta Negra, nos arredores do Teatro Amazonas e no Millenium Shopping Mall.

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CLIMA
A cidade tem duas estações distintas. A seca vai de junho a novembro, com sol intenso e temperatura elevada, em torno dos 38 graus – em setembro, os termômetros chegam fácil aos 40. Já a chuvosa ocorre entre dezembro e maio, período em que a temperatura mostra-se mais amena, com chuvas freqüentes.

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COMPRAS
O artesanato indígena é o grande destaque do comércio de Manaus. As matérias-primas regionais, como palha de tucumã, fibra e palha de tucum, tela de juta e cipó titica dão forma e graça a objetos de decoração e utilitários. Um dos endereços mais concorridos é o da Central de Artesanato Branco e Silva, com 27 lojas. Para produtos alimentícios e medicinais, siga para o Mercado Municipal. Em meio à infinidade de boxes encontram-se frutas típicas, guaraná em pó, doces e castanhas, além de muitas ervas e plantas.

ARTESANATO

PASSEIOS
Arquipélago de Anavilhanas
Um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, a Estação Ecológica de Anavilhanas é formada por cerca de 400 ilhotas. O acesso é por barco, em viagem que dura cerca de três horas. Empresas da região oferecem pacotes que incluem transporte, almoço e passeio pelo Rio Negro e banho de cachoeira.
Cruzeiro pelo Rio Amazonas
Os cruzeiros pelo rio Amazonas duram entre três e sete dias, dependendo da embarcação. Os preços também variam, de acordo com as acomodações e atividades oferecidas, como passeio de canoa, observação de aves e animais, pesca, trekking.

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Encontro dos rios Negro e Solimões
O passeio de barco que leva ao encontro dos rios, um dos fenômenos da natureza mais curiosos que existem. Por seis quilômetros, o barrento rio Solimões corre lado a lado com o escuro rio Negro, sem que as águas se misturem. Isso acontece porque os rios têm diferenças em suas densidades, temperaturas e velocidades.
O tour, oferecido pelas agências de turismo, dura o dia todo e inclui visita a um centro de artesanato indígena, caminhada pela floresta, passeio de canoa pelos igarapés e almoço.

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Mercado Municipal
A construção às margens do rio Negro foi inaugurada no auge do Ciclo da Borracha, em 1883. Em estilo art nouveau, remete ao Mercado de Les Halles, de Paris, com pavilhões em alvenaria e ferro fundido, repletos de vitrais. O espaço tombado pelo Iphan é um dos mais movimentados centros de comercialização de produtos regionais da capital.

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